terça-feira, outubro 22

Exibicionismo e vouyerismo.
Sou como eu me vejo, ou como os outros me vêm.
Não sou exibicionista, mas não me choca quem o é. Desde que isso não seja feito de uma maneira gratuita e estúpida.
E como em tudo na vida, o excesso acaba mal (tal como os Excesso…)

Já fui mais descuidado com a minha imagem, por falta de orgulho em mim, sei que não sou um fórmula um, mas sou um bom utilitário.
A sedução faz parte do jogo, e feita com classe é excitante. Já o voyeurismo não me agrada, nunca o fui e incomoda-me quem o faz.
Nunca fui adepto do “sexo ao vivo” (nem de ao morto), pois gosto de participar, nunca tive vocação nem para feira, pau-de-cabeleira, e muito menos para espião.
Os locais de cruising estão cheios dessas criaturas, uns empata-fodas, irritantes. Para voyeurismo basta-me uns filmes porno no computador, e mesmo assim não podem ser compridos que me cansam logo (os filmes claro, não os dotes dos actores!).

Outra coisa que me irrita são aqueles que adoram andar a medir os sexos dos outros, têm alma de costureiras? Apertam e depois se não lhes agrada seguem em frente, e passam a noite nisto! Pachorra.
No meu tempo de jovem o sexo era mais fácil e directo, porque era mais proibido. Existiam um sem número de locais de engate e crusing, que hoje com a internet deixaram de existir. Hoje vive-se na época do sexo virtual, onde o exibicionismo e o voyeurismo têm um palco privilegiado. Não tenho, nem nunca tive webcam.
Depois são todos tão desvairados e põe fotos sem cara, ou de outros nos sites de engate. Os que têm corpos danone exibem-se, e têm muitos admiradores, os outros babam-se em directo, ao vivo e a cores.

E mentem… 

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