segunda-feira, julho 7

Hoje apetece-me divagar na parte sumarenta, ou seja falar sobre sexo.
E pode-se sempre escrever sobre sexo, quando não se tem, pois nunca se consegue terá a cabeça fria durante.
Pensar, falar e fazer sexo são vitais para mim, e digo-vos muito saudável, e evita muitas depressões e consultas de psiquiatria, além de fazer bem á saúde física.
E o sexo é viral, e ainda bem pandémico.

Existe o mito que os homens só pensam em sexo, é relativamente verdadeiro, o homem geralmente é muito sexual, mas ao contrário do que se diz e pensa (especialmente as mulheres), não pensamos no sexo 24 horas por dia, pelo menos temos que dormir (embora por vezes sonhamos com sexo).
Há alturas em que só penso em sexo e quero sexo, mas existem outras em que uma boa fatia de bolo de chocolate resolve a questão.

Existem dois tipos de sexo, o intencional e o ocasional.
Não há nada de errado em se querer ter sexo, e também aproveitar uma oportunidade de o ter.
Se para muitos o tamanho do sexo é fundamental, para mim isso é um extra. O que me desperta a libido não é o número de centímetros mas um belo sorriso, um olhar sincero e sedutor, sentido de humor, um bom cheiro num corpinho lavadinho e aprumado, e masculino, são para mim sedutores.
E lembrem-se que um bom pacote não é sinal de bom sexo.
O sexo deve ser sempre seguro, intenso, não muito ruidoso, com carinho antes, durante e depois, beijos á tonelada, muita língua e orgasmos intensos que nos deixem exaustos e com um sorriso na cara, do tamanho da baia de São Martinho do Porto.

Quando se tem um relacionamento a visa sexual muda?
Geralmente muda, mas não devia mudar assim tanto. Se fazes sexo a toda a hora com o alvo do teu desejo, o facto de serem oficialmente um casal não devia esfriar-te a libido.

E o sexo deve ser fiável, espontâneo, honesto, satisfatório e abundante.

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